História de Diadema em imagens

São 6.000 páginas históricas, digitalizadas em alta resolução (300 dpi), em cores, formatos TIFF e JPEG.

Flor Diadema
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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (quinta-feira)

O jornalista Ademir Médici está publicando diariamente em sua coluna matérias sobre a história de Diadema, que completa 51 anos agora em Dezembro. Leia a coluna publicada hoje Continue lendo

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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (quarta-feira)

O jornalista Ademir Médici está publicando diariamente em sua coluna matérias sobre a história de Diadema, que completa 51 anos agora em Dezembro. Leia a coluna publicada hoje Continue lendo

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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (terça-feira)

O jornalista Ademir Médici está publicando diariamente em sua coluna matérias sobre a história de Diadema, que completa 51 anos agora em Dezembro. Leia a coluna publicada hoje Continue lendo

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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (segunda-feira)

O jornalista Ademir Médici está publicando diariamente em sua coluna matérias sobre a história de Diadema, que completa 51 anos agora em Dezembro. Leia a coluna publicada hoje Continue lendo

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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (domingo)

Mauá e Diadema, esta semana apenas começa… Continue lendo

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Natal: que tal?

‎Circula na Internet:
“Que tal irmos a uma agência dos Correios e pegar uma das 20 milhões de cartinhas de crianças pobres e sermos o Papai ou Mamãe Noel delas? Vc nem imagina os pedidos inacreditáveis! Tem criança pedindo panetone, blusa de frio para a avó, etc. É só pegarmos a carta – podemos escolher qualquer cartinha e entregar o presente numa agência dos Correios até dia 10 de Dezembro. O correio faz a entrega!” (Copie e cole!)

Comentário de Marco Ruviaro:

“Que tal deixarmos de alimentar medidas assistencialistas hipócritas, recuperar todo o dinheiro roubado pelos trilionários — que estão sossegados aí pelo mundo afora, pouco se lixando para o amontoado de cartinhas no Correio que pedem blusas de lã para a vovó — e distribuir entre todos a riqueza que foi e é produzida por todos os trabalhadores fodidos e mal-pagos, de forma que ninguém morra de fome, ninguém mais peça esmola na rua, ninguém mais mande cartinhas inúteis para velhotes imaginários, estes meras estratégias de marketing da enganação capitalista??? Que tal??? Certamente seria uma medida muito mais eficaz…”

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O movimento popular foi assaltado

(fabricando a dissidência)

III Encontro Civilização ou Barbárie
Comunicação de Michel Chossudovsky*
02.Nov.10 :: Serpa 2010

“Tudo aquilo que a Fundação [Ford] fez pode ser considerado no âmbito de “tornar o mundo seguro para o capitalismo”, diminuindo as tensões sociais ao ajudar a socorrer os angustiados, a proporcionar válvulas de segurança aos raivosos e a melhorar o funcionamento do governo (McGeorge Bundy, conselheiro de Segurança Nacional dos Presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson (1961-1966) e Presidente da Fundação Ford (1966-1979).

“Ao pôr os fundos e o enquadramento político à disposição de muita gente preocupada e dedicada que trabalha no sector não lucrativo, a classe dirigente pode ir buscar líderes às comunidades de base,… e pode tornar o financiamento, a contabilidade e os componentes de avaliação do trabalho tão demorado e oneroso que o trabalho de justiça social é praticamente impossível nessas condições” (Paul Kivel, You Call this Democracy, Who Benefits, Who Pays and Who Really Decides, 2004, p. 122 )

“Na Nova Ordem Mundial, o ritual de convidar líderes da “sociedade civil” para os círculos interiores do poder – enquanto simultaneamente reprime os cidadãos comuns – satisfaz diversas funções importantes. Primeiro, diz ao Mundo que os críticos da globalização “têm que fazer concessões” para ganharem o direito de se misturar. Segundo, transmite a ilusão de que, embora as elites globais devam – no que eufemísticamente se chama democracia – estar sujeitas à crítica, governam legitimamente. E terceiro, diz “não há alternativa” à globalização: não é possível uma mudança radical e o mais que podemos esperar é negociar com esses governantes um ineficaz “dar e receber”. Continue lendo

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Origem da riqueza

Sacou?

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Memórias Reveladas – registros cartográficos

Notícias e Eventos

Mário Lago e João Goulart já estão no Memórias Reveladas

O primeiro já tem, inclusive, as imagens linkadas aos registros descritivos. O segundo, que ilustra a atuação do artista no cenário cultural do país e sua militância no Partido Comunista Brasileiro, terá em breve também as fotografias acessíveis via links na base de dados.

Já foram incluídos também no banco de dados do Memórias Reveladas os registros cartográficos do fundo Valderi Antão Ruviaro e Yara Tucunduva.

Leia em:

http://www.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=550&sid=40

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Ensaio sobre a lucidez – José Saramago

«Num país indeterminado decorre, com toda a normalidade, um processo eleitoral. No final do dia, contados os votos, verifica-se que na capital cerca de 70% dos eleitores votaram branco. Repetidas as eleições no domingo seguinte, o número de votos brancos ultrapassa os 80%.»

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Gaza e o Ghetto de Varsóvia – um inventário de analogias

Leia o texto completo em www.jornalmudardevida.net.

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De perseguidos a perseguidores: a lição do sionismo

Começando pela conclusão do autor:

“Não é exclusivo dos judeus o facto de entre os perseguidos se ter gerado uma reacção nacionalista que, encontrando oportunidades de desenvolvimento favoráveis, se converteu em imperialismo. Esta é a armadilha que todo o nacionalismo coloca às pessoas de esquerda, que apoiam o nacionalismo quando ele aparece como uma defesa de povos oprimidos, sem verem que, se conseguir efectivar-se na prática, esse nacionalismo inevitavelmente se desvendará como um imperialismo. O meu receio é que aquelas mesmas correntes ideológicas que ontem apoiavam o nacionalismo sionista dos judeus, com o argumento de que eles eram perseguidos pelos nazis, apoiem hoje o nacionalismo árabe, com o argumento de que os palestinianos são perseguidos por Israel − para apoiarem quem amanhã e com que argumento?

A grande lição que se extrai da génese e do desenvolvimento do sionismo não deve limitar-se a sustentar a crítica ao Estado de Israel. Essa lição deve ajudar-nos a fazer a crítica a todos os nacionalismos que, ascendendo com argumentos progressistas, se convertem em imperialismos logo que podem. O sionismo, enquanto via de passagem da perseguição sofrida pelos judeus às agressões praticadas pelo Estado de Israel, mostra que a luta contra a opressão sofrida por um povo deve ser inseparável da luta contra a exploração sofrida pela classe trabalhadora desse povo. O povo palestiniano tem de se defender da agressão israelita, mas isto não significa que os trabalhadores palestinianos não tenham de se defender dos seus patrões, sejam eles israelitas ou árabes, e que as mulheres palestinianas não tenham de se defender da opressão masculina, tão imbuída na tradição islâmica.”

leia o texto completo no site Passa Palavra (passapalavra.info).

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