História de Diadema em imagens

São 6.000 páginas históricas, digitalizadas em alta resolução (300 dpi), em cores, formatos TIFF e JPEG.

Flor Diadema
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A multidão em movimento – 2

http://www.theatlantic.com/infocus/2011/05/a-defiant-spanish-revolution/100070/

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A multidão em movimento – 1

http://www.theatlantic.com/infocus/2011/05/a-defiant-spanish-revolution/100070/

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XI Congresso de História do Grande ABC

Nos próximos dias 25, 26 e 27 de maio, acontece o XI Congresso de História do Grande ABC (Cultura, Identidade e Memória), em Diadema.

Farei uma comunicação sobre a pesquisa “História de Diadema – 51 anos em 6.000 imagens”. Será no dia 27, próxima sexta-feira, às 10h30 da manhã (Centro Cultural Diadema, rua Graciosa, 300).

Prof. Valderi Antão Ruviaro (Valdo)

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História de Diadema em imagens

Entrevista do Valdo para o programa “Seu Jornal”, TVT – São Paulo/Brasil

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1968, 8 de abril – violência

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128 anos da morte de Marx (14/março/1883)

Os 128 anos da morte de Marx

No dia 14 de março de 1883, em Londres, morreu Karl Marx, aos 64 anos. Economista, historiador, sociólogo, filósofo e jornalista, Marx é um destes autores que não podem ser enquadrados em apenas uma área do conhecimento humano. O autor de “O Capital” apresentou ao mundo um estudo aprofundado sobre as origens e a lógica de desenvolvimento do capitalismo. Autor fundador da esquerda moderna, Marx já foi condenado ao esquecimento algumas vezes, mas as repetidas crises do capitalismo sempre renovam o interesse por sua obra.
Neste dia, lembramos sua obra e seu legado publicando o discurso proferido por seu companheiro de reflexão e de militância Friedrich Engels, durante o funeral de Marx (publicado pelo Diário da Liberdade e pelo Portal Luta de Classes, a partir de texto do Arquivo Marxista na Internet):

Discurso de Friedrich Engeles no funeral de Karl Marx

Em 14 de março, quando faltam 15 minutos para as 3 horas da tarde, deixou de pensar o maior pensador do presente. Ficou sozinho por escassos dois minutos, e sucedeu de encontramos ele em sua poltrona dormindo serenamente — dessa vez para sempre.

O que o proletariado militante da Europa e da América, o que a ciência histórica perdeu com a perda desse homem é impossível avaliar. Logo evidenciará-se a lacuna que a morte desse formidável espírito abriu.

Assim como Darwin em relação a lei do desenvolvimento dos organismos naturais, descobriu Marx a lei do desenvolvimento da História humana: o simples fato, escondido sobre crescente manto ideológico, de que os homens reclamam antes de tudo comida, bebida, moradia e vestuário, antes de poderem praticar a política, ciência, arte, religião, etc.; que portanto a produção imediata de víveres e com isso o correspondente estágio econômico de um povo ou de uma época constitui o fundamento a parir do qual as instituições políticas, as instituições jurídicas, a arte e mesmo as noções religiosas do povo em questão se desenvolve, na ordem em elas devem ser explicadas – e não ao contrário como nós até então fazíamos.

Isso não é tudo. Marx descobriu também a lei específica que governa o presente modo de produção capitalista e a sociedade burguesa por ele criada. Com a descoberta da mais-valia iluminaram-se subitamente esses problemas, enquanto que todas as investigações passadas, tanto dos economistas burgueses quanto dos críticos socialistas, perderam-se na obscuridade.

Duas descobertas tais deviam a uma vida bastar. Já é feliz aquele que faz somente uma delas. Mas em cada área isolada que Marx conduzia pesquisa, e estas pesquisas eram feitas em muitas áreas, nunca superficialmente, em cada área, inclusive na matemática, ele fez descobertas singulares.

Tal era o homem de ciência. Mas isso não era nem de perto a metade do homem. A ciência era para Marx um impulso histórico, uma força revolucionária. Por muito que ele podia ficar claramente contente com um novo conhecimento em alguma ciência teórica, cuja utilização prática talvez ainda não se revelasse – um tipo inteiramente diferente de contentamento ele experimentava, quando tratava-se de um conhecimento que exercia imediatamente uma mudança na indústria, e no desenvolvimento histórica em geral. Assim por exemplo ele acompanhava meticulosamente os avanços de pesquisa na área de eletricidade, e recentemente ainda aquelas de Marc Deprez.

Pois Marx era antes de tudo revolucionário. Contribuir, de um ou outro modo, com a queda da sociedade capitalista e de suas instituições estatais, contribuir com a emancipação do moderno proletariado, que primeiramente devia tomar consciência de sua posição e de seus anseios, consciência das condições de sua emancipação – essa era sua verdadeira missão em vida. O conflito era seu elemento. E ele combateu com uma paixão, com uma obstinação, com um êxito, como poucos tiveram. Seu trabalho no ‘Rheinische Zeitung’ (1842), no parisiense ‘Vorwärts’ (1844), no ‘Brüsseler Deutsche Zeitung’ (1847), no ‘Neue Rheinische Zeitung’ (1848-9), no ‘New York Tribune’ (1852-61) – junto com um grande volume de panfletos de luta, trabalho em organização de Paris, Bruxelas e Londres, e por fim a criação da grande Associação Internacional de Trabalhadores coroando o conjunto – em verdade, isso tudo era de novo um resultado que deixaria orgulhoso seu criador, ainda que não tivesse feito mais nada.

E por isso era Marx o mais odiado e mais caluniado homem de seu tempo. Governantes, absolutistas ou republicanos, exilavam-no. Burgueses, conservadores ou ultra-democratas, competiam em caluniar-lhe. Ele desvencilhava-se de tudo isso como se fosse uma teia de aranha, ignorava, só respondia quando era máxima a necessidade. E ele faleceu reverenciado, amado, pranteado por milhões de companheiros trabalhadores revolucionários – das minas da Sibéria, em toda parte da Europa e América, até a Califórnia – e eu me atrevo a dizer: ainda que ele tenha tido vários adversários, dificilmente teve algum inimigo pessoal.

Seu nome atravessará os séculos, bem como sua obra!

18 de março de 1883

Fonte: Agência Carta Maior. Publicado em 14/03/2011. Disponível em http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17543
E: http://www.marxists.org

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Certo dia, certos documentários, certos diálogos

Certo dia, Joãozinho e Zezinho estavam conversando sobre documentários; eis que veio à tona um diálogo polemicamente peculiar Continue lendo

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Diadema – livro digital

Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
Memória digital

DIADEMA
PARA O DIÁRIO REGIONAL

Está sendo lançado livro digital com reconstituição da história de Diadema, no período de 1928 a 2010. São 2800 páginas com reportagens sobre vários assuntos; fotos; charges; depoimentos; entrevistas; estatísticas; mapas, entre outros. Foram utilizadas dezenas de fontes (da própria administração local e da grande imprensa).

As páginas estão digitalizadas em 300 DPI, em cores, formato tiff, compondo um Banco de Dados com 85 GB e podem ser adquiridas na forma de um pacote completo ou por uma seleção de capítulos individuais. A escolha pode ser feita por meio do Roteiro Histórico, que contém 28 capítulos. Podem ser disponibilizadas em HD externo ou gravadas em DVD, a depender da quantidade escolhida e Continue lendo

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Zaptopistas – a zapatista orchestra of laptops

Enero Zapatista

ENERO 2011 January 2011

Somos producto de 17 años de luchas
We are the product of forty-three years of struggle
Somos producto de 94 años de luchas
Somos producto de 101 años de luchas
140 años de luchas
220 años de luchas
Somos producto de 500 años de luchas
We are a product of thousands of years of struggle
What we want in the world is to tell all of those who are resisting and fighting in their own ways and in their own countries, that you are not alone, that we, the zapatistas, even though we are very small,

los apoyamos!

Y queremos decirle a los pueblos latinoamericanos
AND al pueblo norteamericano
AND a los hermanos y hermanas de la Europa
AND a los pueblos del Egipto y Tunisia
AND to the people of Egypt and Tunisia
AND a los hermanos y hermanas de África, Asia y Oceanía
AND los pueblos del planeta Tierra
Y TAMBIEN — por qué no? — queremos decirle a los pueblos extraterrestres e alienígenas
lo seguiente:

Poco a poco, los vientos soplaran
Descubriendo as brasas vivas.
Poco a poco, también, llegaran de todos los rincones del espacio
hojas secas
dry leaves falling sobre as brasas ardentes and then
una enorme y cada vez más visible claridad
Y así sucesivamente, the winds will blow stronger más fuertes
trayendo más y más hojas,
maybe stronger branches,
y talvez troncos pesados y seculares
que alimentarán um fogo feroz
burning definitivamente el viejo
y dando a luz a el nuevo

La quema of that which cannot persist (ya basta!)
and the birth of what will grow and thrive
And if this NEW eventually gets OLD
It will certainly be engulfed again.

La tierra es de quien la trabaja con sus manos.
Las ideas son de quien las utiliza.
Los sonidos son de quien los escucha.

Saudaciones Zaptopistas y buenas noches!

http://enerozapatista.wordpress.com

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EX-POSIÇÃO, 51 anos de Diadema

A exposição sobre os 51 anos de Diadema está nas ruas — literalmente! A exposição de 51 cartazes contando a história do município foi proibida pela Câmara Municipal de Diadema, embora tivesse sido sugerida e liberada pela Presidência da Câmara com semanas de antecedência Continue lendo

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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (sábado)

O jornalista Ademir Médici está publicando diariamente em sua coluna matérias sobre a história de Diadema, que completa 51 anos agora em Dezembro. Leia a coluna publicada hoje Continue lendo

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EX-POSIÇÃO dos 51 anos de Diadema (sexta-feira)

O jornalista Ademir Médici está publicando diariamente em sua coluna matérias sobre a história de Diadema, que completa 51 anos agora em Dezembro. Leia a coluna publicada hoje Continue lendo

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